31ª produção do GATO SA | 14Julho em Santo André
Auditório do Centro de Actividades Pedagógicas Alda Guerreiro 14,15 e 16 de Julho - 21,30h
Este Blogue pretende dar a conhecer a história de Vila Nova de Santo André, e simultaneamente servir de fórum de discussão sobre temas da realidade local. Ter opinião é fundamental ... dê a sua!
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Vamos ao que interessa ...
Dados relativos à Limpeza das Praias:
-168 participantes
- (+ ou -) recolhidas 10 toneladas de lixo
Em nota de rodapé, gostaria ainda de referir o seguinte ...
É de salutar a participação do Presidente da Junta de Freguesia e de 2 vereadores (José Rosado e Álvaro Beijinha ) da CMSC. A CMSC deve apoiar estas iniciativas, não só monetariamente mas também dando o exemplo. Esperemos que no próximo ano se repita o mesmo empenho e interesse.
Uma palavra de apreço para todas as restantes entidades que deram o apoio esta campanha.
Por último, há que reconhecer o mérito da Associação Litoral Aventura, que em boa hora decidiu avançar com esta iniciativa.
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Devemos abraçar esta iniciativa com convicção e sentimento. Se gostamos das nossas praias, e passamos a vida a dizer mal daqueles que as sujam, esta é um oportunidade para dar uma chapada valente na falta de civismo. Deixemo-nos de reclamações e passemos aos actos. Passamos a vida a dizer mal de tudo, mas de pouco contribuímos para a solução das coisas. O “falatório” está sempre em alta. A “acção” é que é o parente pobre das nossas reivindicações. Não basta falar ... é preciso agir.PARTICIPEM!!! no fim vai haver comes e bebes para todos, e outras ofertas ... _____________________________________________________________
+INFO:
Local de Encontro: Stand os Putos às 08h30m. Dia 10/Junho
Contacto: 269 708 353
E-mail: litoralaventura@gmail.com
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O seminário, a decorrer nas instalações do Instituto Piaget de Santo André, prevê conferências dos arquitectos Guilherme Câncio Martins (às 10h – O complexo portuário industrial de Sines), Francisco Silva Dias (10h45 – O
Às 15h30 inicia-se uma visita guiada a Vila Nova de Santo André conduzida pelos arquitectos Francisco Silva Dias e Michel Toussaint.
A iniciativa pretende debater um «exemplo com relevância no urbanismo português dos anos 70 do século XX» e a intervenção arquitectónica e urbanística com papel decisivo em Santo André. No centro do debate estão o desenvolvimento urbano da
A participação no Seminário e na Visita Guiada são gratuitos, mas estão sujeitos a inscrição prévia.
Mais info: www.oasrs.org
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Para além deste Bairro, existem outros onde este problema ocorre, são eles: Bairro das Torres e o Bairro Atalaia Norte (Lagartixa). No mapa em baixo podemos ver sinalizadas a vermelho/azul/verde todas as zonas/ruas onde este problema acontece.
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Realiza-se hoje em Vila Nova de Santo André o primeiro de 4 debates que visam a discussão pública do PROT - Programa Regional de Ordenamento do Território do Alentejo.
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Mapa das Novas Estradas do Baixo Alentejo
Com a construção do troço ER261-5 entre Sines e Santo André (com 16km de extensão), procura-se assegurar uma ligação privilegiada à zona balnear do Sudoeste Alentejano. Esta via beneficiará essencialmente os habitantes de Sines e de Santiago do Cacém. Neste Concelho está prevista a introdução do Nó de Relvas Verdes, o Nó da Badoca, o Nó de Ademas e o Nó de Roncão.
A Noticia na integra: Clique aqui
Fonte: distritonline.pt
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(Clique na Imagem p/ + Detalhe)
Para mais informações clique aqui
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A primeira fase de construção inclui quatro troços do IP8, entre Sines e Beja, com portagens do Cacém e Beja. O novo traçado, terá 95 quilómetros. A concessão prevê também a construção da ER 261-5, treze quilómetros entre Sines e Vila Nova de Santo André, além de um troço de 16 quilómetros entre Évora (IP7)e São Mansos (IP2).
A noticia na integra: clique aqui
Fonte: publico.clix.pt
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O dia 4 de Novembro de 2008 vai ficar para a história. A eleição de Barack Obama representa um oceano de acontecimentos/factos Político-Sociais, passados e presentes, que dificilmente poderemos prever o que vai acontecer no futuro. Apesar desta incerteza, existe o inverso: a esperança. Como é hábito dizer que este recurso é o último a perecer, ele tem representado ao longo da história da humanidade o principal motor das metamorfoses positivas.
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O facto de se tratar de uma cidade criada de raiz confere desde logo um carácter único a Santo André no contexto do sistema urbano regional e mesmo nacional, o que é fortemente matizado pela expressão assumida pela aplicação prática dos princípios do Modernismo na sua concepção urbanística.
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Resultados do Inquérito online (ver post de 11/Nov/06)
( período de consulta: 11/2006 a 11/2007)
Pergunta: Deverão os limites da Reserva Natural ser alterados para possibilitar a expansão da Cidade de Santo André?
Interpretação dos Resultados:
A análise do Gráfico 1 indica-nos que 74% (45% + 29%) dos votantes são contra a alteração dos limites da Reserva Natural. A opção que registou mais votos (87) defende que, para além da manutenção do actual perímetro da Reserva Natural, deveriam ser levantadas algumas interdições para possibilitar o desenvolvimento de actividades turísticas de qualidade. A escolha desta opção de resposta indica, simultaneamente, que o perímetro da Reserva deve permanecer intacto, mas isso não invalida que não se aproveitem os recursos existentes para estimular o turismo de qualidade na região. Não é só a Expansão Urbanística de Santo André que é importante. A Reserva Natural é, assim, encarada como sendo um potencial factor catalisador do desenvolvimento turístico do Concelho.
A abertura da Reserva Natural a projectos turísticos de qualidade, cujos requisitos ambientais a cumprir seriam (?) definidos/controlados pelo próprio Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), poderia ser uma solução para aumentar os escassos recursos que actualmente existem para gerir a Reserva. Nos anos de 2005 e 2006 o orçamento disponível foi de 219 mil Euros e 166 mil Euros, respectivamente. No ano de 2007, e por força dos cortes orçamentais impostos pelo Governo, esse orçamento desceu para metade (76 mil Euros). Esta opção poderia, assim, originar um novo Modelo de Gestão mais apropriado para a Reserva. Com base no dinheiro proveniente do Orçamento de Estado, bem como das rendas que os hipotéticos promotores turísticos teriam que pagar, passaria a existir um maior “bolo” financeiro para aplicar em acções de limpeza/conservação. Basta fazer um passeio pelos pinhais e pelas praias para visualizarmos os resultados negativos (ex: lixo e falta de lugares de estacionamento) da falta de recursos financeiros disponíveis para a manutenção desta área protegida. Um acréscimo orçamental iria certamente ter resultados mais visíveis e positivos na preservação da Reserva Natural.
No novo Plano de Ordenamento da Reserva Natural (Resolução do Conselho de Ministros n.º 117/2007 +info), mais concretamente no artigo 36.º, está previsto o aproveitamento dos recursos imobiliários existentes para fins de turismo de natureza. Não vão ser edificadas novas construções. Opta-se pela valorização e recuperação do património edificado existente para utilizações relacionadas, entre outras, com o turismo de natureza. Não faz qualquer sentido existirem montes abandonados, quando estes podem ser recuperados e aproveitados pelo sector privado para estimular o turismo de qualidade na região. Resta aguardar para verificar se esta alteração irá de facto trazer consequências benéficas para o turismo e para a Gestão da Reserva Natural.
... prosseguindo ...
A restante análise dos dados indica que 26% dos utilizadores são favoráveis a uma alteração dos limites da Reserva para possibilitar a expansão da Cidade para o litoral. Numa perspectiva de curso prazo, esta opção até poderia ser uma solução eficaz para um desenvolvimento mais acelerado da Cidade. Santo André seria uma cidade mais “encantadora” se tivesse, à semelhança de Sines, uma marginal de onde pudéssemos observar o mar confortavelmente sentados no nosso carro. Poderíamos comer os nossos petiscos numa bela esplanada e, simultaneamente, sentir a brisa do mar. A Cidade seria mais atractiva e acolhedora ... sem dúvida ... mas o resultado final desta equação seria manifestamente negativo para a Natureza. Esta seria uma solução que só iria impulsionar o “vírus do betão”. A Natureza e o Homem têm que estar ao mesmo nível, e a expansão da Cidade para o litoral só iria beneficiar o Homem. O desenvolvimento sustentado pressupõe um equilíbrio entre o Homem e a Natureza. Este é o futuro ... e é este o caminho que Santo André deve percorrer ... ;-)
Em jeito de conclusão...
O tema da “Expansão Urbanística de Santo André” foi abordado numa perspectiva a longo prazo (15 anos). Todavia, e apesar de ter sido este o fio condutor de todo o Fórum, este facto não secundariza o tema do Planeamento Urbano no tempo presente. Antes pelo contrário, e como a maioria dos comentários sugerem, o Planeamento Urbanístico de Santo André deve ser uma prioridade na actual gestão da Cidade.
Por tudo aquilo que foi referido, Santo André tem todas as condições para, num futuro a 20 anos, ser encarada como um exemplo de uma Cidade que soube crescer em perfeita harmonia com o meio ambiente. Uma Cidade que soube preservar a qualidade de vida da sua população sem danificar a Natureza. Enfim ... uma Cidade do Futuro ...
Por último, gostaria de deixar aqui uma palavra de apreço a todos aqueles que aderiram a esta iniciativa.
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A Cidade de Santo André tem, na sua origem, uma realidade ímpar em Portugal. O facto de ter sido construída de raiz coloca-a num patamar completamente diferente de todas as cidades que têm problemas de ordenamento. Para além desta situação especial, Santo André tem outras particularidades ao nível dos terrenos que a circundam, e que irão ter um papel relevante no seu processo de expansão.
Junto ao seu perímetro urbano está localizada a Reserva Natural das Lagoas de Santo André e Sancha (+ info). Esta Reserva Natural, que separa a cidade do mar em cerca de 2 km, possui uma área total de 5275 hectares (3858ha de superfície terrestre + 1417ha de superfície marítima), tendo sido oficialmente criada através do Decreto Regulamentar n.º 10/2000 (+ info), alterado pelo Decreto Regulamentar n.º 4/2004 (+ info), com o objectivo de proteger o sistema lagunar costeiro e os seus componentes ecológicos (+ info Plano Ordenamento 2007).
Localizados a leste de Santo André (ver mapa) estão, por seu turno, um conjunto de terrenos – herdados do antigo GAS - que actualmente pertencem ao Estado, e que são fruto do plano de expropriações levado a cabo no inicio da década de 70. Estes terrenos poderão vir a constituir uma alternativa de expansão para a Cidade, ao invés de se utilizarem terrenos da Reserva Natural.
Em conversas que tenho tido com algumas pessoas (amigos e empresários), este tem sido um tema recorrente, e cada qual apresenta as suas opiniões/soluções diferentes. Para algumas pessoas, o facto de Santo André viver "paredes meias" com a Reserva Natural é uma vantagem para a Cidade, enquanto que para outras é uma condicionante ao seu desenvolvimento.
No seio desta problemática, são duas as soluções que emergem, e que ajudam a simplificar a discussão, a saber:
1. Os limites da Reserva Natural não deverão ser alterados para permitir a expansão da Cidade. Quando for necessário, a Cidade poderá crescer para Leste, para os terrenos actualmente pertencentes ao Estado.
2. Os limites da Reserva Natural deverão ser alterados, bem como algumas interdições ao nível do uso do solo, por forma a permitir a expansão urbanística da cidade e o desenvolvimento de actividades turísticas.
... por outras palavras ... para onde deverá crescer a Cidade de Santo André?
Qual é a sua opinião?
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Nota: Os resultados da votação, e todos os comentários de especial relevância, serão posteriormente divulgados nos jornais "O Leme" e "Litoral Alentejano", em data ainda por definir.
PS: Dê também o seu voto no "Quadro de Votação".
INFO: Caros utilizadores ... já faz um ano que este post foi colocado ... sendo assim, este fórum termina hoje (11/Nov/2007). Os comentários + importantes e o resultado da votação on-line serão publicados no jornal "O Leme" na edição da 1ª Quinzena de Dez/2007. OBRIGADO!!!
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